segunda-feira, 24 de novembro de 2008

E como sempre, o coração dela toma a frente
o espelho fica mais bonito
e ela se sente feliz por isso
Se sente feliz por ele não refletir maldade
observe eu não me importar com a sua)
tempo pra risadas
fazer coisas
planejar o mundo
me perder e voltar num segundo
dançar e rodar
canções bonitas
falando da vida
de aprender como ser!
Todo o dia
peço proteção
e jogo o guarda chuva
enquanto aguardo o verão.

Ei espelho
Quantas olheiras.
Do futuro o que você sabe?
Me conte, se é que entende sobre malandragem
Só me diga que chegará o próximo segundo (e seguirá assim). Tudo dando mais errado que certo.
Ainda não descobri se apenas sigo. Essa coisinha pulsante em meu peito continua me dando trabalho (essas coisas geladas no estomago tambem)
Minha carteira furou, perdi as moedas
Nessa cidade esse calor chato o dia todo.
Ainda corto meu cabelo tudo torto.
Tem gente que me enche o saco com o olho
Mas tem olho que me enche, quando o beijo sem batom

Ainda sim e, talvez, por tudo isso, ando desconfiada que viver é tão bom.
Me sufoca
Me aperta
eu não consigo respirar
mas não dói
apenas estou sem ar.
Preciso achar uma forma
de não morrer sem tentar!
Não gosto de patinar no gelo.
Odeio você, medo.
Tenho pressa de viver, o tempo parece veloz e eu não tenho mais tempo para enfrentar o tempo.
Por que eu não poderia querer uma coisa de cada vez?
Já extrapolei todos os meus sentimentos, esbravejei, discuti, me fiz ouvir, alto e bom som, me recolhi à minha pequenez, nada tirou de mim o sentimento de vontade (nem sequer uma vez)

E nada vai tirar.
Preciso respirar!