sexta-feira, 8 de maio de 2009

Me olhei no espelho por algum tempo
me vi dentro da retina
e é tão bonito ver encher de água aquela bolinha castanho escura;
Poucas palavras, imagens vazias e dias cinzas
me livrando de afogamentos diários.
É só cansaço e cansaço me dói as pernas.
Elas parecem pesar toneladas
Mas tudo isso também vai passar.
Essa cinzetude irá embora. E me odiarei por ter escrito essas palavras fracas, por me sentir desleixada comigo.
Desabou no transito de novo,
vai alagar a marginal.
Amanhã sai no jornal.

Queria me enfiar numa caixinha de plumas
e ficar ali, deitada e encolhida
até esse maldito vento de agulhas no escuro ir embora.

Onde eu devo ter esquecido meu pote azul de fortaleza?
Já que a memória não ajuda e a atenção tambem não
Vou ter que sair ao vento e procurar, tateando...