domingo, 17 de maio de 2009


Eu lembro que não abaixa o vidro da janela
E então começo a suspirar
A estrada mais sombria da cidade
E mais estrelada
Eu não ligaria se fosse todo o caminho sem luz
E um cheiro fresco do mato
Ele está no banco do passageiro, enquanto nos levo pra casa.
Em silencio, estou satisfeita
A poesia dentro de mim
E ao meu lado.

Com o pé no acelerador
O mundo não parece se importar.