segunda-feira, 4 de janeiro de 2010


Cozinhando a mente em banho maria, não ficará pronta nunca.
Grita que a contradição é contraditória, e que não me verá de joelhos na sacristia das mentes doentias.
Somando o conhecimento de todos os dicionários não se entende um brilho no olho, quanto mais meus dois.
Roda-roda ao som das gargalhadas frenéticas, dietéticas, esqueléticas, tão patéticas.
Apaga o barulho, emudece a luz - de quem ja está cansado da cruz!
Uma pílula e abafa seus transtornos, sem adornos.
(Mas não desfaz o que é intacto)
Me cove, mas não me prove que generosidade é moeda de troca
((Não desfaz o que é intacto))
Para que tantas tintas e pincéis valham por essas paredes manchadas
(((Não desfaz o que é intacto)))
Que os objetos roubados me mostrem um vazio libertador.
Faz por mim. Pai.
Faço por mim, Pai.