terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Ás vezes sinto vontade de retomar
Ás vezes sinto vontade de engolir o mar.


Faz tempo que não escrevo, é que falta entendimento, e aí não consigo descrever o que não entendo. Por aqui ainda luto pra poder ser eu mesma, por aqui ainda tomo decisões que não sei onde vão dar. Por aqui a porta emperrada faz força pra ficar.
Já não me exalto tanto quando chove, a maturidade tem formas estranhas de se mostrar
Eu ficava encantada, por horas, vendo a chuva cair
Hoje, tomo um porre e vou dormir.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012


quarta-feira, 31 de outubro de 2012


Recompondo;
Componho.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Do fim do sentimento
Nenhum argumento
Apenas, fechar a porta
Deixar trancado todos os monstros lá dentro
E mudar de país.

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domingo, 23 de setembro de 2012

Se é nela que me encontro
Por que tantos desencontros?

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Ontem fui dormir as duas pensando em você

Encontrei aquele livro vermelho que me deu

E de páginas abertas pude sentir o cheiro

Senti até ciúme

Como se eu pudesse.

Queria uma página marcada pra mim.

Como se eu pudesse

Senti até ciúme

E de páginas abertas pude sentir o cheiro

Encontrei aquele livro vermelho que me deu

Ontem fui dormir as duas pensando em você.



domingo, 9 de setembro de 2012


segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Trancada nas minhas próprias verdades
Tumúlo meus quereres possíveis
Pra não deixar-me ser dois
Minha sanidade e amor próprio barato
Viro barata
Entrego pro vento minha dor
A que passe essa ou aquela idade
E eu, engula qualquer vestígio de saudade.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Jogos com facadas sempre acabam com giz em volta do corpo.
Vamos tentar dormir sem calmantes por uma semana pelo menos?

(Lembro-me de que sou humana, algo baixo que rasteja num chão de poeira)